sábado, 15 de janeiro de 2011

Livro: A Arte de Correr na chuva - Garth Stein

    A história de uma família contada sob a visão do dócil e sábio Enzo, um cachorro com alma humana. Enzo foi criado assistindo a programas no canal "National Geographic" e aprendeu que todo cachorro que morre, se estiver preparado, reencarna como ser humano. Em um flashback de sua vida, Enzo relembra momentos de ternura, amor, injustiça e traição que presenciou na vida de seu dono Denny. Ele aprendeu a administrar a vida como numa corrida de carros, onde nem sempre a velocidade é a melhor estratégia. E agora tudo o que deseja é colocar este aprendizado em prática!


Este Livro é simplesmente demais....

quinta-feira, 25 de novembro de 2010


'' Bom mesmo é ir a luta com determinação,

abraçar a vida com paixão, perder com classe e vencer com ousadia.

Pois o triunfo pertence a quem se atreve...

A vida é "muito" para ser insignificante".


(Charles Chaplin)

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Ser um humano melhor... sempre vale o sacrifício!

Todos os dias somos convidados a nos deparar com o que há de mais podre em nós mesmos, essas coisas não são absurdas são até que comuns, são elas a raiva, o recentimento, a mágoa, para não falar em ódio, rancor e por aí vai...
Quanto mais vemos coisas erradas nos outros não nos tocamos que o que estamos criticando na verdade é o que não queremos ver em nós mesmos, como somos hipócretas a ponto de enchergar apenas o que queremos.
Todos os dias temos uma oportunidade nova de sermos melhores, quando somos Cristãos podemos dizer que temos a faca e o queijo na mão para poder mudar o que quisermos. Através dos Evangelhos e demais livros contidos na Sagrada Escritura, somos advertidos todos os dias através de uma passagem, um trecho ou apenas um versículo, mas isso desde que sejamos humildes e queiramos nos tornar seres humanos melhores.
Não sou e nem pretendo ser melhor que ninguém, a num ser para mim mesmo, sou filho de Deus, e tenho certeza que as renúncias praticadas não ajudam somente a mim, mas à quem foi oferecido o meu reconhecimento do erro.
Como muitos dizem opinião é igual a nariz, cada um tem o seu... isso tudo é apenas meu ponto de vista... eu sou feliz por ser quem sou.
Beto.

domingo, 11 de julho de 2010

Desistir ou continuar?!?!?



A vida algumas vezes parece uma arena esportiva.
Precisamos de disciplina.
Da disciplina de um atleta, do vigor de um esportista.
Mas na vida nem sempre encontramos regras justas, perdemos nossas poses, nossas coisas preciosas...
Na vida, os conflitos se agigantam, as diferenças nos dividem, nos separam.
Nossa motivação se escoa, a vontade se vai, e nos sentimos desanimados.
As dúvidas dançam em nossas mentes.
Como recobrar a motivação?
Como conquistar os nossos alvos?
Como trocar as lágrimas pelo riso?
Quando tudo se vai, Deus e a vida que ele nos deu ainda estão conosco!
As escolhas ainda estão diante de nós,
desistir ou continuar, é uma dessas escolhas.
Posso recomeçar?
Posso reconstruir?
Posso fazer de novo?
Nossa maior motivação não perece, não vacila, não apaga.
Nossa maior motivação é a Glória Daquele que me fez e por causa Dele, posso recomeçar!



Beto.


Jesus numa moto...

Jesus Numa Moto
Sá, Rodrix & Guarabyra
Composição: Zé Rodrix

Preso nessa cela
De ossos, carne e sangue,
Dando ordens a quem não sabe,
Obedecendo a quem tem,
Só espero a hora,
Nem que o mundo estanque,
Prá me aproveitar do conforto,
De não ser mais ninguém.

Eu vou virar a própria mesa,
Quero uivar numa nova alcatéia,
Vou meter um "marlon brando" nas idéias,
E sair por aí,
Prá ser jesus numa moto,
Che guevara dos acostamentos,
Bob dylan numa antiga foto,
Cassius clay antes dos tratamentos,
John lennon de outras estradas,
Easy rider, dúvida e eclipse,
São tomé das letras apagadas,
E arcanjo gabriel sem apocalipse.

Nada no passado,
Tudo no futuro,
Espalhando o que já está morto,
Pro que é vivo crescer,
Sob a luz da lua,
Mesmo com sol claro,
Não importa o preço que eu pague,
O meu negócio é viver,
Sob a luz da lua...
Mesmo com sol claro...
Preso nesta cela...
Belíssima expressão através de situações que todos temos vontade de gritar por liberdade, ao menos de expressão, que achamos que temos, mas na verdade somos escravos de uma sociedade medíocre e cheia de pré-conceitos.
Queremos nos sentir leves por fazer o que gostamos, viver como nos faz bem, mas de forma se tudo depende de algo que não somos nós ou venha de nós.
Viver com a intenção de ser sempre feliz é a nossa sina, o nosso abítrio está fadado a apenas fazer o mal, pois se não fizermos o bem só temos o mal como opção.
Sendo pessoa de bem devemos enxergar nosso próprio valor, pois se dermos atenção à tudo de externo que recebemos, viveremos infelizes e morreremos desta forma, solitário e infeliz, e depois disso tudo de que valeu a vida?
Enfim, somos convidados a fazer "vistas grossas" para muita coisa para podermos viver melhor, isso é um fardo, mas que não se torna tão pesado considerando que a fé em Deus e em nós mesmos, é o alimento que nos dá força para segurar qualquer barra e vencer qualquer obstáculo.
Beto.

What is that?

Sem palavras...




Depois que perdemos de que adianta o arrependimento, não somos capazes de valorizar as qualidades se não conseguimos ve-las entre tantos defeitos ou falhas.
De que vale palavras lindas por 5 minutos, se o resto da vida eh regado à humilhações, ingratidões e desprezos.
A hipocresia prevalece, não adianta ensinar, aconselhar, a vida é individual e ao aprendizado principalmente. Podemos ouvir "Não faça tal coisa, porque o resultado não é bom", mas em nossa mediocre necessidade de sentir na pele, fazemos, nos arrependemos e culpamos um terceiro por não ter nos avisado... isso é o cúmulo da insensatez humana, mas é a nossa realiadade.
Amemos enquanto temos a oportunidade e ainda podemos amar, por que a lei da vida é a mesma para todos, e depois não podemos culpar DEUS pela falta de oportunidade de amar a quem perdemos.
Beto.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Apressada avaliação

Conta-se que um açougueiro atendia suas atividades habituais, quando adentrou o estabelecimento um cachorro.

Ele se preparou para enxotá-lo, quando percebeu que o animal trazia um saco à boca.

Verificou que, dentro do saco, havia um bilhete. Atendeu o que estava ali escrito, devolvendo ao cão o saco, com carne bem acondicionada e troco dos valores que encontrara.

O animal, com o saco à boca, saiu tranquilamente do açougue e foi andando pela calçada. O açougueiro ficou intrigado: De quem seria aquele cão tão bem treinado?

Resolveu segui-lo. O cão chegou na esquina, levantou-se nas patas traseiras e apertou o botão do semáforo para travessia de pedestres, parando o trânsito de veículos.

Então, atravessou a rua, na faixa de pedestres. Mais adiante, outro semáforo estava vermelho e o cão parou. Quando o sinal ficou verde, o cão atravessou a rua.

Chegou a um ponto de ônibus e esperou.

Quando o primeiro ônibus parou, o cão olhou para o letreiro e não entrou.

Quando outro ônibus parou, um pouco depois, o animal voltou a olhar o letreiro. Dessa vez, entrou e ficou perto da porta, acompanhando o trajeto com atenção.

O homem do açougue estava perplexo. Nunca vira nada igual.

Depois de várias quadras, o cão desceu do ônibus e andou um pequeno trecho.

Frente a uma casa, abriu o pequeno portão e entrou. Parou frente à porta e começou a bater com a cabeça na madeira.

Depois, foi à janela e tornou a bater a cabeça contra o vidro, várias vezes.

Finalmente, a porta se abriu. Um homem grande e zangado veio para fora e começou a agredir o cão, chamando-o de bobão, inútil, traste.

O açougueiro não aguentou. Deteve a agressão e falou ao dono do cão:

Que é isto? Você tem um animal extraordinário, treinado, inteligente e o agride desta maneira?

Inteligente? - gritou o dono. Ele é um tonto. Já falei um milhão de vezes e este inútil vive esquecendo de levar a chave da porta.

* * *

Naturalmente, o conto é fictício. Pode levar ao riso. Ou podemos parar um momento e reflexionar.

Quantas vezes agimos como o dono desse cão? As pessoas nos servem, nos agradam e nós... Só reclamamos.

Reclamamos da mãe que não nos preparou a sobremesa que pedimos.

E esquecemos de agradecer a roupa limpa, impecável, no armário; os pratos preparados com esmero; as frutas, o suco, o cereal no café da manhã.

Reclamamos dos pais que não entendem nossos sonhos, nosso papo, nossa turma legal.

E não lembramos dos braços que nos carregaram, depois das brincadeiras, na praia; das horas exaustivas de trabalho deles para nos garantir a escola, o lazer, as viagens.

Reclamamos do funcionário que não atendeu uma ordem, em todos os detalhes.

Não lembramos das mil coisas que ele faz todos os dias, sem errar, diligente, atento, vendendo sempre muito bem o bom nome da nossa empresa.

Reclamamos sempre, numa atitude tola de quem não tem capacidade de avaliar o real valor dos que nos cercam.

Pensemos nisso e tomemos ciência, primeiro, de que, por vezes, nos tornamos pessoas um tanto desagradáveis, com esse tipo de atitudes.

Segundo, perguntemo-nos se nós mesmos faríamos melhor. É possível que a nossa incapacidade, preguiça ou acomodação nos digam que estamos reclamando, de verdade, por nos darmos conta de como somos dependentes dessas criaturas...

Pensemos nisso e foquemos de forma diversa a nossa apressada e tola avaliação.


(Anônimo)