domingo, 11 de julho de 2010

Desistir ou continuar?!?!?



A vida algumas vezes parece uma arena esportiva.
Precisamos de disciplina.
Da disciplina de um atleta, do vigor de um esportista.
Mas na vida nem sempre encontramos regras justas, perdemos nossas poses, nossas coisas preciosas...
Na vida, os conflitos se agigantam, as diferenças nos dividem, nos separam.
Nossa motivação se escoa, a vontade se vai, e nos sentimos desanimados.
As dúvidas dançam em nossas mentes.
Como recobrar a motivação?
Como conquistar os nossos alvos?
Como trocar as lágrimas pelo riso?
Quando tudo se vai, Deus e a vida que ele nos deu ainda estão conosco!
As escolhas ainda estão diante de nós,
desistir ou continuar, é uma dessas escolhas.
Posso recomeçar?
Posso reconstruir?
Posso fazer de novo?
Nossa maior motivação não perece, não vacila, não apaga.
Nossa maior motivação é a Glória Daquele que me fez e por causa Dele, posso recomeçar!



Beto.


Jesus numa moto...

Jesus Numa Moto
Sá, Rodrix & Guarabyra
Composição: Zé Rodrix

Preso nessa cela
De ossos, carne e sangue,
Dando ordens a quem não sabe,
Obedecendo a quem tem,
Só espero a hora,
Nem que o mundo estanque,
Prá me aproveitar do conforto,
De não ser mais ninguém.

Eu vou virar a própria mesa,
Quero uivar numa nova alcatéia,
Vou meter um "marlon brando" nas idéias,
E sair por aí,
Prá ser jesus numa moto,
Che guevara dos acostamentos,
Bob dylan numa antiga foto,
Cassius clay antes dos tratamentos,
John lennon de outras estradas,
Easy rider, dúvida e eclipse,
São tomé das letras apagadas,
E arcanjo gabriel sem apocalipse.

Nada no passado,
Tudo no futuro,
Espalhando o que já está morto,
Pro que é vivo crescer,
Sob a luz da lua,
Mesmo com sol claro,
Não importa o preço que eu pague,
O meu negócio é viver,
Sob a luz da lua...
Mesmo com sol claro...
Preso nesta cela...
Belíssima expressão através de situações que todos temos vontade de gritar por liberdade, ao menos de expressão, que achamos que temos, mas na verdade somos escravos de uma sociedade medíocre e cheia de pré-conceitos.
Queremos nos sentir leves por fazer o que gostamos, viver como nos faz bem, mas de forma se tudo depende de algo que não somos nós ou venha de nós.
Viver com a intenção de ser sempre feliz é a nossa sina, o nosso abítrio está fadado a apenas fazer o mal, pois se não fizermos o bem só temos o mal como opção.
Sendo pessoa de bem devemos enxergar nosso próprio valor, pois se dermos atenção à tudo de externo que recebemos, viveremos infelizes e morreremos desta forma, solitário e infeliz, e depois disso tudo de que valeu a vida?
Enfim, somos convidados a fazer "vistas grossas" para muita coisa para podermos viver melhor, isso é um fardo, mas que não se torna tão pesado considerando que a fé em Deus e em nós mesmos, é o alimento que nos dá força para segurar qualquer barra e vencer qualquer obstáculo.
Beto.

What is that?

Sem palavras...




Depois que perdemos de que adianta o arrependimento, não somos capazes de valorizar as qualidades se não conseguimos ve-las entre tantos defeitos ou falhas.
De que vale palavras lindas por 5 minutos, se o resto da vida eh regado à humilhações, ingratidões e desprezos.
A hipocresia prevalece, não adianta ensinar, aconselhar, a vida é individual e ao aprendizado principalmente. Podemos ouvir "Não faça tal coisa, porque o resultado não é bom", mas em nossa mediocre necessidade de sentir na pele, fazemos, nos arrependemos e culpamos um terceiro por não ter nos avisado... isso é o cúmulo da insensatez humana, mas é a nossa realiadade.
Amemos enquanto temos a oportunidade e ainda podemos amar, por que a lei da vida é a mesma para todos, e depois não podemos culpar DEUS pela falta de oportunidade de amar a quem perdemos.
Beto.

quarta-feira, 16 de junho de 2010

Apressada avaliação

Conta-se que um açougueiro atendia suas atividades habituais, quando adentrou o estabelecimento um cachorro.

Ele se preparou para enxotá-lo, quando percebeu que o animal trazia um saco à boca.

Verificou que, dentro do saco, havia um bilhete. Atendeu o que estava ali escrito, devolvendo ao cão o saco, com carne bem acondicionada e troco dos valores que encontrara.

O animal, com o saco à boca, saiu tranquilamente do açougue e foi andando pela calçada. O açougueiro ficou intrigado: De quem seria aquele cão tão bem treinado?

Resolveu segui-lo. O cão chegou na esquina, levantou-se nas patas traseiras e apertou o botão do semáforo para travessia de pedestres, parando o trânsito de veículos.

Então, atravessou a rua, na faixa de pedestres. Mais adiante, outro semáforo estava vermelho e o cão parou. Quando o sinal ficou verde, o cão atravessou a rua.

Chegou a um ponto de ônibus e esperou.

Quando o primeiro ônibus parou, o cão olhou para o letreiro e não entrou.

Quando outro ônibus parou, um pouco depois, o animal voltou a olhar o letreiro. Dessa vez, entrou e ficou perto da porta, acompanhando o trajeto com atenção.

O homem do açougue estava perplexo. Nunca vira nada igual.

Depois de várias quadras, o cão desceu do ônibus e andou um pequeno trecho.

Frente a uma casa, abriu o pequeno portão e entrou. Parou frente à porta e começou a bater com a cabeça na madeira.

Depois, foi à janela e tornou a bater a cabeça contra o vidro, várias vezes.

Finalmente, a porta se abriu. Um homem grande e zangado veio para fora e começou a agredir o cão, chamando-o de bobão, inútil, traste.

O açougueiro não aguentou. Deteve a agressão e falou ao dono do cão:

Que é isto? Você tem um animal extraordinário, treinado, inteligente e o agride desta maneira?

Inteligente? - gritou o dono. Ele é um tonto. Já falei um milhão de vezes e este inútil vive esquecendo de levar a chave da porta.

* * *

Naturalmente, o conto é fictício. Pode levar ao riso. Ou podemos parar um momento e reflexionar.

Quantas vezes agimos como o dono desse cão? As pessoas nos servem, nos agradam e nós... Só reclamamos.

Reclamamos da mãe que não nos preparou a sobremesa que pedimos.

E esquecemos de agradecer a roupa limpa, impecável, no armário; os pratos preparados com esmero; as frutas, o suco, o cereal no café da manhã.

Reclamamos dos pais que não entendem nossos sonhos, nosso papo, nossa turma legal.

E não lembramos dos braços que nos carregaram, depois das brincadeiras, na praia; das horas exaustivas de trabalho deles para nos garantir a escola, o lazer, as viagens.

Reclamamos do funcionário que não atendeu uma ordem, em todos os detalhes.

Não lembramos das mil coisas que ele faz todos os dias, sem errar, diligente, atento, vendendo sempre muito bem o bom nome da nossa empresa.

Reclamamos sempre, numa atitude tola de quem não tem capacidade de avaliar o real valor dos que nos cercam.

Pensemos nisso e tomemos ciência, primeiro, de que, por vezes, nos tornamos pessoas um tanto desagradáveis, com esse tipo de atitudes.

Segundo, perguntemo-nos se nós mesmos faríamos melhor. É possível que a nossa incapacidade, preguiça ou acomodação nos digam que estamos reclamando, de verdade, por nos darmos conta de como somos dependentes dessas criaturas...

Pensemos nisso e foquemos de forma diversa a nossa apressada e tola avaliação.


(Anônimo)

sexta-feira, 16 de abril de 2010

O "TAU" na vocação Franciscana


O TAU é uma cruz com a forma da letra grega TAU (T). Além de ser um símbolo Bíblico é a última letra do alfabeto hebraico e a 19ª do grego, derivado dos Fenícios e correspondente ao "T" em Português.
Na bíblia o profeta Ezequiel ouviu Deus:

Na Bíblia o "Tau" foi utilizado pelo profeta Ezequiel: "E a glória de Deus de Israel se levantou do querubim sobre o qual estava, e passou para a entrada da casa e clamou ao homem vestido de linho branco, que trazia o tinteiro de escrivão à sua cintura. E disse-lhe o Senhor: passa pelo centro de Jerusalém e marca com um T as testas dos homens que suspiram e que gemem por causa de todas as abominações que se cometem na cidade". (Ez 9-3,4)

O Tau é a mais antiga grafia em forma de cruz e significa Verdade, Palavra, Luz, Poder e Força da mente direcionada para um grande bem.
O Tau, é a convergência das duas linhas: verticalidade e horizontalidade, significam o encontro entre o Céu e a Terra. Divino e Humano.
Em 1215 o Papa Inocêncio III prega um novo símbolo cristão e São Francisco, estando presente neste reunião, assume o Tau como símbolo de sua Ordem Religiosa: a Ordem dos Frades Menores.
Santa Clara, quando tratava dos doentes e enfermos com a imposição do TAU, invocava a Deus que curasse aqueles que padeciam e sofriam.
No Tau de São Francisco há três nós representando seus votos perante a Deus: Pobreza, Obediência e Castidade.

Significado do Tau

◦Lembrança da Redenção, da Cruz, do Amor.
◦Sinal de penitência e conversão interior.
◦Sinal de dor pelos pecados do mundo.
◦Rumo a uma espiritualidade sadia.
◦Recordação do nosso baptismo.Filhos de Deus.
◦Sinal dos que sofrem.
◦Sinal de Salvação.


São Francisco selava o que escrevia com o TAU, para significar a densidade do amor de Deus, concretizada na Cruz do Cristo, sinal de Salvação. Assim podemos ver na mensagem que redigiu a Frei Leão, e que este conservou até ao fim dos seus dias. Hoje está em exibição na Basílica de S. Francisco em Assis.

As influências do Tau em Francisco

As duas maiores influências directas em Francisco, em relação ao TAU, foram os antonianos e o Quarto Concílio Laterano.

São Francisco tomou o TAU e seu significado dos antonianos. Eles eram uma comunidade religiosa masculina, fundada em 1095, cuja única função era cuidar dos leprosos.Em seus hábitos era pintada uma grande cruz. Francisco tinha relações muito familiares com eles, porque trabalhavam na leprosaria de Assis, no Hospital de São Brás, em Roma, onde Francisco esteve hospedado.

No princípio da sua transformação interior, Francisco encontrou os antonianos e o símbolo do TAU. Mas a influência mais forte que fez do TAU um símbolo tão querido para Francisco e pela qual ele passou a usá-lo como sua assinatura, foi a do Concílio de Latrão.

Os historiadores defendem que Francisco estava presente nesse Concílio, no qual o Papa Inocêncio III fez o discurso de abertura, incorporando em sua homilia a passagem de Ezequiel (9,4) que diz que os eleitos, os escolhidos serão marcados com o sinal do TAU: "Percorre a cidade, o centro de Jerusalém, e marca com uma cruz na fronte os que gemem e suspiram devido a grandes abominações que na cidade se cometem" e acrescenta: "O TAU é a última letra do alfabeto hebraico e a sua forma representa a cruz, exactamente tal e qual foi a cruz antes de nela ser fixada a placa com inscrição de Pilatos. O TAU é o sinal que o homem porta na fronte quando - como diz o apóstolo - crucifica o corpo com os seus pecados quando diz: 'Não quero gloriar-me a não ser na cruz de nosso Senhor Jesus Cristo, pela qual o mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo' (...) Sejam portanto, mestres desta cruz!

Simples e basicamente, o TAU representa a CRUZ. Os Concílios da Igreja foram convocados para reformar a Igreja, cabeça e membros. Assim o grande tema da Reforma: pessoal, interior, conversão constante e mudança de vida. Aqueles que deviam comprometer-se com a conversão contínua, uma vida de constante penitência, deviam ser marcados com o TAU.

O TAU para Francisco é um sinal da certeza de salvação; é o sinal de universalidade da salvação e é o símbolo da conversão contínua.

Se tu permites ser marcado com o TAU ou usas o TAU, tu estás dizendo que te comprometeste com a conversão contínua, isto é, com o tema da Espiritualidade Franciscana. Não que tu estejas convertido de uma só vez, mas dia a dia, mês após mês, ano após ano, tu conservas o teu olhar fixo no Senhor como tua única meta, e caminhas em direcção a ele com a mente indivisa.

Quando Inocêncio III terminou sua homilia com "SEJAM OS CAMPEÕES DO TAU!" Francisco tomou estas palavras como dirigidas a ele e fez do TAU seu próprio símbolo, o símbolo de sua Ordem, de sua assinatura; mandou pintá-lo em toda parte e teve grande devoção a ele até o fim de sua vida.

Fonte: http://www.matrizsaofrancisco.com.br/index.php

terça-feira, 13 de abril de 2010

Muito mais que pedofilia - Cardeal Odilo Pedro Scherer (09/04/2010)


As notícias sobre pedofilia, envolvendo membros do clero,
difundiram-se de modo insistente. Tristes fatos,
infelizmente, existiram no passado e existem no presente;
não preciso discorrer sobre as cenas escabrosas de
Arapiraca... A Igreja vive dias difíceis, em que aparece
exposto o seu lado humano mais frágil e necessitado de
conversão. De Jesus aprendemos: “Ai daqueles que
escandalizam um desses pequeninos!” E de S.Paulo ouvimos:
“Não foi isso que aprendestes de Cristo”.
As palavras dirigidas pelo papa Bento XVI aos católicos
da Irlanda servem também para os católicos do Brasil e de
qualquer outro país, especialmente aquelas dirigidas às
vítimas de abusos e aos seus abusadores. Dizer que é
lamentável, deplorável, vergonhoso, é pouco! Em nenhum
catecismo, livro de orientação religiosa, moral ou
comportamental da Igreja isso jamais foi aprovado ou
ensinado! Além do dano causado às vítimas, é imenso o
dano à própria Igreja.
O mundo tem razão de esperar da Igreja notícias melhores:
Dos padres, religiosos e de todos os cristãos, conforme a
recomendação de Jesus a seus discípulos: “Brilhe a vossa
luz diante dos homens, para que eles, vendo vossas boas
obras, glorifiquem o Pai que está nos céus!” Inútil,
divagar com teorias doutas sobre as influências da
mentalidade moral permissiva sobre os comportamentos
individuais, até em ambientes eclesiásticos; talvez
conseguiríamos compreender melhor por que as coisas
acontecem, mas ainda nada teríamos mudado.
Há quem logo tem a solução, sempre pronta à espera de
aplicação: É só acabar com o celibato dos padres, que
tudo se resolve! Ora, será que o problema tem a ver
somente com celibatários? E ficaria bem jogar nos braços
da mulher um homem com taras desenfreadas, que também
para os casados fazem desonra? Mulher nenhuma merece
isso! E ninguém creia que esse seja um problema somente
de padres: A maioria absoluta dos abusos sexuais de
crianças acontece debaixo do teto familiar e no círculo
do parentesco. O problema é bem mais amplo!
Ouso recordar algo que pode escandalizar a alguns até
mais que a própria pedofilia: É preciso valorizar
novamente os mandamentos da Lei de Deus, que recomendam
atitudes e comportamentos castos, de acordo com o próprio
estado de vida. Não me refiro a tabus ou repressões
“castradoras”, mas apenas a comportamentos dignos e
respeitosos em relação à sexualidade. Tanto em relação
aos outros, como a si próprio. Que outra solução
teríamos? Talvez o vale tudo e o “libera geral”,
aceitando e até recomendando como “normais”
comportamentos aberrantes e inomináveis, como esses que
agora se condenam?
As notícias tristes desses dias ajudarão a Igreja a se
purificar e a ficar muito mais atenta à formação do seu
clero. Esta orientação foi dada há mais tempo pelo papa
Bento XVI, quando ainda era Prefeito da Congregação para
a Doutrina da Fé. Por isso mesmo, considero inaceitável e
injusto que se pretenda agora responsabilizar
pessoalmente o papa pelo que acontece. Além de ser
ridículo e fora da realidade, é uma forma oportunista de
jogar no descrédito toda a Igreja católica. Deve
responder pelos seus atos perante Deus e a sociedade quem
os praticou. Como disse S.Paulo: Examine-se cada um a si
mesmo. E quem estiver de pé, cuide para não cair!
A Igreja é como um grande corpo; quando um membro está
doente, todo o corpo sofre. O bom é que os membros
sadios, graças a Deus, são a imensa maioria! Também do
clero! Por isso, ela será capaz de se refazer dos seus
males, para dedicar o melhor de suas energias à Boa
Notícia: para confortar os doentes, visitar os presos nas
cadeias, dar atenção aos abandonados nas ruas e debaixo
dos viadutos; para ser solidária com os pobres das
periferias urbanas, das favelas e cortiços; ela
continuará ao lado dos drogados e das vítimas do comércio
de morte, dos aidéticos e de todo tipo de chagados; e
continuará a acolher nos Cotolengos criaturas rejeitadas
pelos “controles de qualidade” estéticos aplicados ao ser
humano; a suscitar pessoas, como Dom Luciano e Dra. Zilda
Arns, para dedicarem a vida ao cuidado de crianças e
adolescentes em situação de risco; e, a exemplo de Madre
Teresa de Calcutá, ainda irá recolher nos lixões pessoas
caídas e rejeitadas, para lavar suas feridas e
permitir-lhes morrer com dignidade, sobre um lençol
limpo, cercadas de carinho. Continuará a mover milhares
de iniciativas de solidariedade em momentos de
catástrofes, como no Haiti; a estar com os índios e
camponeses desprotegidos, mesmo quando também seus padres
e freiras acabam assassinados.
E continuará a clamar por justiça social, a denunciar o
egoísmo que se fecha às necessidades do próximo; ainda
defenderá a dignidade do ser humano contra toda forma de
desrespeito e agressão; e não deixará de afirmar que o
aborto intencional é um ato imoral, como o assassinato, a
matança nas guerras, os atentados e genocídios. E sempre
anunciará que a dignidade humana também requer
comportamentos dignos e conformes à natureza, também na
esfera sexual; e que a Lei de Deus não foi abolida, pois
está gravada de maneira indelével na coração e na
consciência de cada um.
Mas ela o fará com toda humildade, falando em primeiro
lugar para si mesma, bem sabendo que é santa pelo Santo
que a habita, e pecadora em cada um de seus membros;
todos são chamados à conversão constante e à santidade de
vida. Não falará a partir de seus próprios méritos,
consciente de trazer um tesouro em vasos de barro; mas,
consciente também de que, apesar do barro, o tesouro é
precioso; e quer compartilhá-lo com toda a humanidade.
Esta é sua fraqueza e sua grandeza!

Fonte: Card. Odilo Pedro Scherer
Arcebispo de São Paulo - SP

sexta-feira, 2 de abril de 2010

Filho do céu - Pe Fábio de Melo

Filho do céu, filho do céu
Teu amor me faz vencer
Teu amor me faz dizer
Sou filho do céu

Revestido de tua glória
Consagrado a Ti, Senhor
Território santo eu sei que sou
Viverei pra proclamar, do céu eu sou


Sexta-feira Santa, Paixão de Cristo... O que somos, quem somos, onde estamos, o que fazemos???? Nos julgamos muito bons e nem percebemos a soberba q derramamos sobre nossos irmãos, nos julgamos humildes e humilhamos por tão pouco... Senhor, não somente a mim mas eo mundo em que vivo, ensinai a viver como Jesus viveu, oferecer sem esperar nada em troca... é o mínimo que podemos pedir.